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2月8日
De pouquinho em pouquinho, os quadrinhos publicados pela Circo Editorial nos anos 80 vão ganhando novas edições. Parte do material já foi publicada pela editora Devir. Outra parte sai agora pela L&PM. São dois volumes, em formato de bolso, que reeditam algumas histórias produzidas para a extinta revista "Chiclete com Banana", de Angeli.
O conteúdo de "Os Broncos Também Amam" (R$ 8), lançado neste começo de mês, é da segunda metade dos anos 80. Traz ilustrações, quadrinhos e uma faceta pouco conhecida de Angeli: a de escritor. A maior parte da obra resgata textos feitos por ele para a "Chiclete" (que estreou em outubro de 1985), como os do colunista Edi Campana e do jornalista Benevides Paixão (duas criações dele).
Esta edição, com cem páginas, é o primeiro volume. A editora gaúcha programou o segundo número, "E Agora são Cinzas", para o mês que vem. No ano passado, Angeli publicou pela L&PM um outro título dentro da linha pocket, só com tiras de Rê Bordosa.
Fonte: UOL
Elas não são exatamente uma banda "mainstream" mas, no Rio de Janeiro, quase todo fã de MPB já viu pelo menos uma vez o show das Chicas, quarteto formado por cantoras e instrumentistas que mostra seu primeiro trabalho, "Quem Vai Comprar Nosso Barulho?", em única apresentação hoje, no Bourbon Street. Amora Pêra e Fernanda Gonzaga poderiam ter ficado conhecidas pela família famosa. Filhas de Gonzaguinha, netas de Gonzagão, as duas preferiram construir a carreira em palcos pequenos, ao lado das "chicas" Paula Leal e Isadora Medella. As quatro se conheceram numa escola de formação de atores em 1996, e, entre um ensaio e outro, trocaram a encenação pelo canto. Dois anos após estrearem, as moças decidiram dar um tempo na empreitada e só retornaram em 2000. O repertório do quarteto é formado essencialmente por música popular brasileira. Além de composições próprias, como "Tia Chica", elas interpretam músicas de Gonzaguinha ("Felicidade"), Marcelo Yuka ("Me Deixa") e Arnaldo Antunes ("Volte para o Seu Lar"). Serviço: Quem Vai Comprar Nosso Barulho? Artista: Chicas Lançamento: independente Quanto: R$ 30, em média Lançamento: hoje, às 22h30 Onde: Bourbon Street (rua dos Chanés, 27, Moema, São Paulo, tel. 11 5095-6100) Quanto: R$ 25. |  |
2月1日
O Ministério da Cultura, por meio da Fundação Cultural Palmares (FCP), divulgou o lançamento do concurso público nacional para escolha do projeto para o Monumento Zumbi dos Palmares, em Salvador.
A proposta é de criação de uma estátua de bronze a ser instalada na Praça da Sé, marco histórico da cidade, onde já se encontram o Memorial das Baianas, o Monumento a D. Pero Fernandes Sardinha e o Monumento Cruz Caída.
Serão selecionados três trabalhos, que receberão prêmios em dinheiro conforme a classificação: R$ 30 mil, R$ 20 mil e R$ 10 mil, respectivamente para o 1º, 2º e 3º colocados.
As inscrições já iniciaram e vão até 15 de março. A ficha de inscrição estará disponível no site da FCP (www.palmares.gov.br).
A divulgação do resultado será no dia 30 de março, ocasião na qual também será realizada a abertura de uma exposição com os trabalhos entregues, com destaque aos eleitos para premiação.
Toda a batucada dos bambas pode ser vista na exposição 'Samba Patrimônio Cultural do Brasil', exibida na sala principal do Centro Cultural Cartola, desde dezembro. Os visitantes poderão conferir fotos que ilustram o início do samba de raiz, fantasias raras como as já usadas por Dona Zica e Cartola, instrumentos de bateria das primeiras escolas, bandeiras oficiais e um curta dirigido por Nilcemar Nogueira, neta de Cartola, narrado pelo jornalista Sergio Cabral. O filme, de 15 minutos, conta a trajetória do samba e traz imagens clássicas de figuras ilustres como Nelson Sargento, Tantinho, Wilson Moreira, Donga, Cartola, Mestre Odilon, Monarco, Vilma da Portela. Além disso, os visitantes poderão ouvir sambas antológicos, que sobrevivem há décadas na memória coletiva, tocados durante a exposição. Ao todo são mais de 60 peças exibidas. - O evento conta a história da matriz do samba carioca. As pessoas vão passear pelas verdadeiras rodas de samba e conhecer aquilo que é parte da cultura brasileira - disse Nilcemar Nogueira, curadora da exposição e presidente do Centro Cultural Cartola. Na equipe de pesquisa estão a doutora em Filosofia e mestre em Educação Helena Teodoro, a pesquisadora Raquel Valença e o jornalista Aloy Jupiara, com produção da Universidade Gama Filho. O Centro Cultural Cartola fica na Rua Visconde de Niterói, 1296. |  |
Hélio Contreiras, baiano de Rio de Contas na Chapada Diamantina, poderia ser uma daquelas figuras típicas de causos sertanejos, e às vezes é mesmo (recluso, avesso a modernidades, sábio, etc.), mas a verdade de seus pouco mais de 70 anos é maior que este ou aquele rótulo. Jornalista, poeta, cantador e compositor, Contreiras vem de uma família cheia de músicos, cresceu em Salvador, morou por dez anos na Europa durante a ditadura militar e depois do exílio fixou residência no Rio de Janeiro. Foi no Rio, mais precisamente no Bar do Violeiro, no Leblom, que Contreiras mostrou suas primeiras composições em animadas cantorias ao lado de outros nordestinos desterrados, entre eles Elba Ramalho, Alceu Valença e Geraldo Azevedo. Suas músicas foram gravadas inicialmente por Saulo Laranjeira e Xangai, que fez muito sucesso com “Estampas Eucalol”, até que em 1991 Contreiras gravou de forma independente seu primeiro e único disco solo, Esturro da onça. O álbum chega pela primeira vez ao CD com nova masterização a cargo da Kuarup e pode também ser adquirido, faixa-a-faixa, em MP3 pelo site da gravadora.
O álbum chega pela primeira vez ao CD com nova masterização a cargo da Kuarup e pode também ser adquirido, faixa-a-faixa, em MP3 pelo site da gravadora.
Ao lado dos amigos-cantadores Xangai, Val Macambira e Elomar, e de músicos como Manassés, Mingo Araújo e Jaques Morelenbaum, Contreiras vai fundo na poesia do cotidiano e das lendas do sertão brasileiro, mas segue além como na famosa “Estampas Eucalol”, presente no disco, que traz versos como “Montado no meu cavalo / Libertava Prometeu / Toureava o Minotauro / Era amigo de Teseu / Viajava o mundo inteiro / Nas estampas Eucalol” Ainda no repertório do disco, canções como “Os meninos de Bom Jesus”, “Zé Gameleira”, “Inté as porteiras do céu”, “Corisco e Dadá” e “Pulo do gato” (a única que Contreiras contou com parceiros, no caso, Capinan e Xangai).
Pouco depois do lançamento de Esturro da onça, a filha de Contreiros, Kátia Almeida, professora de violoncelo na Escola de Música de Brasília, produziu e soltou no mercado o CD Sonho de criança (independente), feito sobre poemas infantis do pai, exceto “Os carneirinhos” de Cecília Meirelles, e interpretado por figuras como Célia Rabelo, Tatiane Dourado e Eduardo Rangel. |  |
Mais de 18% dos americanos maiores de 20 anos sofrem problemas de ereção e o problema está estreitamente ligado à sua vida sedentária, segundo um estudo publicado na quarta-feira pela revista American Journal of Medicine.
Outro fator que prejudica os homens americanos, além da falta de exercício físico, é uma dieta pobre em nutrientes, informou o estudo.
A pesquisa acrescenta que, como se esperava, o problema é mais freqüente entre os homens de idade avançada, especialmente os que sofrem de diabetes ou pressão alta.
A verdadeira dimensão do problema começou a aparecer no fim da década de 1990, em conseqüência do sucesso do Viagra, um remédio contra a impotência masculina, seguido por outros com os mesmos resultados.
O estudo mostra que 18,4% dos homens acima de 20 anos (quase 18 milhões) sofrem problemas de ereção. A percentagem sobe para 43,8% entre os homens na faixa de 60 a 69 anos e 70,2% para os maiores de 70.
Os pesquisadores observaram que metade dos homens com problemas de disfunção erétil também sofria de diabetes, pressão arterial alta, excesso de colesterol e transtornos causados pelo fumo.
Segundo os cientistas, a mensagem do estudo é clara: é preciso fazer mais exercício para ter uma vida sexual satisfatória e não ter que depender de uma pílula. |  |
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